Plataformas logísticas vão acompanhar evolução tecnológica este ano

Automação, interoperabilidade, eficiência energética e economia colaborativa são alguns dos alicerces que vão sustentar o desenvolvimento de plataformas logísticas em 2019.

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Esta é uma das conclusões do relatório “WMARKET 2018”, da consultora imobiliária WORX.

A baixa taxa de disponibilidade do mercado logístico português vai continuar a proporcionar um aumento ligeiro das rendas, este ano, para responder à procura crescente.

Em 2018, o mercado industrial/logístico português seguiu a tendência do período homólogo de 2017, com operações focadas na expansão e modernização das plataformas atuais e na construção de novas instalações. Porém, o aumento da oferta com infraestruturas mais eficientes, por si só, não será sinónimo de maior dinamismo do sector logístico nacional, que atualmente representa cerca de 10% do peso total na economia portuguesa.

As plataformas logísticas enfrentam desafios que vão desde a necessidade de estarem aptas para períodos de aumento repentino do tráfego comercial, como por exemplo na altura do BlackFriday, a necessidade de se coordenarem com outros sectores de atividade e a interligação a eixos rodoviários e ferroviários, sendo, neste último caso, notória a necessidade de modernização e aumento da sua eficiência.

O crescente aumento do comércio online tem trazido uma série de desafios e adaptações às plataformas logísticas para fazer face às exigências de um serviço mais eficiente e capaz de responder, de forma célere, aos consumidores.

A rapidez e a personalização no atendimento são critérios fortemente requeridos pelos consumidores que, com a vasta oferta de que dispõem, rapidamente encontram alternativas para as suas necessidades.

A manutenção da procura de equipamentos que proporcionem juntar escritórios e armazéns, a par das exigências de modernização e versatilidade, têm feito com que as rendas prime das zonas de Lisboa tenham apresentado uma estabilização genérica comparativamente ao período homólogo de 2017, sendo de destacar a zona 4 – Corredor Oeste, que apresentou uma subida de 20%.

Fonte: Grande Consumo